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Histórias de SH

João Rosa Correia

 
Saudações a todos, sou morador de SH e tenho muito orgulho de viver aqui, terra de gente trabalhadora e guerreira que enfrenta sol e chuva enfim povo trabalhador, o que vejo nos ulitmos dias sao ataques e mais ataques de alguns que intitulam lideranças em nossa cidade, eleição passou e teremos outra em breve com outros personagens. Gostaria de propor de forma refletiva uma debate com todos sejam eles situação ou oposição. O que queremos para nossa SH? O que queremos para nossos filhos para nossas empresas? Isso parte de lideranças de verdade, vivemos no nosso pais um profunfo descontentamento politico os quais teremos que ter reflexao de nossos atos aqui tb.

enviado por santahelenense em 25/04/2017 as 05:37:14

Três ‘delações informais’ ajudaram a condenar Lula
Destaque : Brasil : 17/07/2017 as 09:09:33
Duque, Pinheiro e Medeiros já haviam sido condenados por Moro em vários processos

O ex-diretor da Petrobras Renato Duque e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro não conseguiram fechar delação premiada com o MPF (Ministério Público Federal). No fim das contas, porém, nem precisaram: após confessarem crimes ligados ao ex-presidente Lula, os dois e mais um ex-diretor da OAS, Agenor Medeiros, tiveram as penas reduzidas pelo juiz Sérgio Moro.

Duque, Pinheiro e Medeiros já haviam sido condenados por Moro em vários processos, em alguns a mais de 20 anos de prisão. Com as ‘delações informais’ que fizeram na reta final da ação contra Lula, nenhum ficará mais de três anos preso, considerando o tempo que já cumpriram.

As medidas, porém, precisam ser validadas pelo TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) para entrarem em vigor, conforme reconheceu Moro na última quarta após o MPF questionar o benefício dado a Duque.

As confissões do trio pesaram na condenação de Lula no caso do tríplex. Os dirigentes da OAS disseram que os R$ 2,25 milhões usados na reserva e reforma do imóvel saí- ram de uma “conta” de propinas destinada ao PT. Duque, que não era réu neste processo, disse em outra ação que Lula o orientou a destruir provas (as contas de Duque no exterior), o que reforçou o argumento de Moro de que “caberia cogitar” a prisão do ex-presidente.

Benefícios

Quando Pinheiro e Duque incriminaram Lula em audiências com Moro, a defesa do petista afirmou que ambos envolveram o petista para acelerar uma delação, o que acabou não ocorrendo.

Moro reconheceu que as confissões foram “tardias”, mas que contribuíram “para o esclarecimento da verdade”. O advogado Antonio Figueiredo Basto, que defende Duque, reconheceu que os benefícios dados por Moro não têm a força de uma delação formal – que é mais abrangente e não precisa ser validada pelo TRF4, como ocorre agora – mas foram “justos e proporcionais ao que eles apresentaram”.

paranaportal/uol

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