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Histórias de SH

João Rosa Correia

 
Saudações a todos, sou morador de SH e tenho muito orgulho de viver aqui, terra de gente trabalhadora e guerreira que enfrenta sol e chuva enfim povo trabalhador, o que vejo nos ulitmos dias sao ataques e mais ataques de alguns que intitulam lideranças em nossa cidade, eleição passou e teremos outra em breve com outros personagens. Gostaria de propor de forma refletiva uma debate com todos sejam eles situação ou oposição. O que queremos para nossa SH? O que queremos para nossos filhos para nossas empresas? Isso parte de lideranças de verdade, vivemos no nosso pais um profunfo descontentamento politico os quais teremos que ter reflexao de nossos atos aqui tb.

enviado por santahelenense em 25/04/2017 as 05:37:14

De olho nas eleições, defensores de Temer vão recorrer a argumentos técnicos no plenário
Política : 09/07/2017 as 10:12:19
Preocupados com novas acusações, deputados não farão defesa pessoal do presidente

RIO — Preocupados com as eleições do ano que vem e temerosos de que surjam novas acusações, deputados que pretendem votar pela rejeição da denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer não estão dispostos a colocar a mão no fogo pelo peemedebista. Na votação em plenário, eles tentarão minimizar o desgaste recorrendo a argumentos técnicos e políticos, sem fazer a defesa pessoal do presidente.

A oposição pressiona para que o rito da sessão seja o mesmo do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, quando cada deputado teve que anunciar seu voto no microfone. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não decidiu.

Laerte Bessa (PR-DF) disse que, ao proferir seu voto, vai se ater à denúncia por corrupção passiva:

— A gente não sabe o que está por vir. Por enquanto, não tem prova nenhuma contra o presidente. Essa denúncia é totalmente inepta. Estou defendendo a legalidade da coisa.

Bessa fez um paralelo entre a situação de Temer e a do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ):

— Votei contra a cassação do Eduardo Cunha no Conselho de Ética porque nunca se provou, até hoje, que ele tem conta no exterior. Mas, depois, ficou provado que ele pegou propina em tudo quanto é lugar. Ficou-se sabendo que ele é ladrão. Aí eu me abstive no plenário.

Já Nelson Meurer (PP-PR) afirmou que não justificará seu voto:

— Vou votar não e não vou dizer mais nada. O Brasil não aguenta a queda de dois presidentes no mesmo mandato. Se o Temer cometeu alguma infração, aguardem para acioná-lo depois que ele sair da Presidência.

Segundo Luis Carlos Heinze (PP-RS), 95% de sua base eleitoral são favoráveis à manutenção de Temer e isso vai orientar seu voto:

— Se aparecer fato novo, é outra história. Tem que continuar, não é pelo Michel Temer, não é pelo PMDB, é pelo Brasil. É o melhor neste momento.

Para Valdir Colatto (PMDB-SC), Temer só deve ser investigado depois que deixar a Presidência da República:

— Quer melhor justificativa para o Temer ficar do que o PT não voltar ao governo? E eu estou pensando no Brasil, senão afunda. Tirar governo, botar governo, a economia vai para o espaço. Pessoalmente, depois que ele sair da Presidência da República, ele responde à Justiça. Se tiver crime, vai ter que responder.

Danilo Forte (PSB-CE) afirmou que repetirá os argumentos que usou na votação na Comissão de Constituição e Justiça, de que não há provas e que não é um “ato banal” que afastará um presidente da República.

— Temos que ter muito cuidado. Hoje é o presidente Michel Temer. Amanhã pode ser qualquer homem público deste país.

Essas defesas cautelosas estão longe do tom a ser adotado por Wladimir Costa (PMDB-PA):

— Meu argumento é a idoneidade do presidente. Fundamental é a história, a transparência do presidente, que nunca meteu a mão na lama.

oglobo/globo

 

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