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Histórias de SH

João Rosa Correia

 
Saudações a todos, sou morador de SH e tenho muito orgulho de viver aqui, terra de gente trabalhadora e guerreira que enfrenta sol e chuva enfim povo trabalhador, o que vejo nos ulitmos dias sao ataques e mais ataques de alguns que intitulam lideranças em nossa cidade, eleição passou e teremos outra em breve com outros personagens. Gostaria de propor de forma refletiva uma debate com todos sejam eles situação ou oposição. O que queremos para nossa SH? O que queremos para nossos filhos para nossas empresas? Isso parte de lideranças de verdade, vivemos no nosso pais um profunfo descontentamento politico os quais teremos que ter reflexao de nossos atos aqui tb.

enviado por santahelenense em 25/04/2017 as 05:37:14

Ex-ministro de Temer, Serraglio perde vaga na CCJ
Política : 12/07/2017 as 21:59:58
Temendo voto contra presidente, governo substitui deputado; Ricardo Barros pode voltar à Câmara

Ex-ministro da Justiça do governo Temer, o deputado federal Osmar Serraglio (PMDB) perdeu ontem a vaga de membro titular da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, que deve votar ainda esta semana a admissibilidade ou não da denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) que acusa o presidente de corrupção passiva com base na delação da JBS. Como parte das manobras para garantir maioria na CCJ contra a denúncia, o PMDB decidiu substituir Serraglio foi substituído por Darcisio Perondi (PMDB/RS) – alinhado ao governo. O Palácio do Planalto temia que o deputado da bancada paranaense votasse favoravelmente à aceitação da denúncia em represália à forma como ele foi demitido do ministério, no final de maio. 

Além dele, outros dois paranaenses podem ser envolvidos nas manobras do governo para reforçar a “tropa de choque” de Temer contra a aceitação da denúncia. O deputado Evandro Roman (PSD) ganhou a vaga na CCJ de Expedito Netto (SD/RO) depois de declarar voto contra a denúncia da PGR. “Me causou estranheza a pressa, a velocidade da PGR, pois não há indícios suficientes do cometimento do crime. Onde é que diz na denúncia a relação direta e indireta com esse recurso que Rodrigo Rocha Loures pegou?”, questionou o parlamentar, referindo-se ao ex-deputado federal paranaense e ex-assessor de Temer, flagrado pela Polícia Federal recebendo uma mala com R$ 500 mil em propina de um executivo da JBS. 
Já o deputado federal paranaense licenciado e ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP) pode voltar à Câmara temporariamente para reforçar o apoio a Temer na votação da denúncia no plenário da Casa. 
Serraglio foi demitido do Ministério da Justiça em maio, dias antes do julgamento pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que acabou absolvendo Temer da acusação de uso de caixa dois na campanha de 2014, quando ele foi eleito vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff. Na época, ele foi substituído na Pasta pelo então ministro da Transparência, Torquato Jardim, visto como alguém que tinha boa interlocução no TSE. 
Temer chegou a convidar Serraglio para permanecer no governo, assumindo a vaga de Jardim, mas recusou o convite. A decisão frustrou a manobra do Palácio do Planalto para manter o foro privilegiado de Rocha Loures – suplente do PMDB paranaense na Câmara – e alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) em razão da delação da JBS. Com isso, Serraglio acabou voltando à Câmara e Rocha Loures perdeu a vaga no Legislativo. Sem foro privilegiado, o ex-assessor de Temer acabou sendo preso no início de junho, sendo liberado um mês depois pelo ministro do STF, Edson Fachin.
Desde então, Serraglio evitou qualquer comentário sobre sua demissão ou sobre a denúncia contra o presidente. O silêncio acabou sendo interpretado pelo Palácio do Planalto como um sinal de que ele votaria contra Temer, o que motivou a sua substituição na CCJ. Procurado, o parlamentar preferiu não comentar o assunto. Desde o último dia 26, quando foi apresentada a denúncia da PGR contra Temer, partidos da base aliada do governo já fizeram 24 trocas na comissão.
Ordem unida - Ontem, quatro das legendas alinhadas ao Planalto – PMDB, PP, PR e PSD – anunciaram fechamento de questão contra a aceitação da denúncia que pode afastar Temer do cargo. Com a decisão, os parlamentares que votarem pela abertura do processo contra o presidente podem ser punidos até com a expulsão partidária. Juntas, as quatro legendas garantem 185 votos pela rejeição da denúncia, número que inviabiliza que se atinja os 342 votos necessários para a Câmara autorizar o STF a analisar a acusação contra o presidente. 
Esses partidos também têm 24 das 66 vagas de membros titulares da CCJ, que vai analisar previamente a admissibilidade da denúncia antes dela chegar ao plenário. Para que a acusação seja aceita pela comissão são necessários 34 votos.

Base deve acelerar votação

A base do governo Michel Temer já tem pronto um requerimento de encerramento de discussão para apresentar, caso não haja acordo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) com a oposição para encurtar a sessão de debates. O objetivo é votar o parecer que pede a admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer até hoje na comissão, e amanhã no plenário.
Regimentalmente, o requerimento de encerramento de discussão pode ser apresentado após o 10º discurso na comissão. Ao apresentar o pedido, os governistas estarão quebrando um acordo feito na semana passada que permite que mais de 170 deputados discursem na sessão. “Não queremos 40 horas e nem uma hora de debate. Precisa haver convergência”, disse o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), vice-líder do governo na Câmara e primeiro entre os governistas a chegar hoje na CCJ. A oposição diz que já tem um “kit obstrução” pronto caso o acordo seja rompido. Perondi revelou que os governistas também estão orientados a não fazer uso do tempo total que têm disponível para falar na comissão. A ordem é reduzir “sensivelmente” os discursos para ganhar tempo.

Bem Paraná

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